10 Dicas para uma boa foto.

Tirar fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. A habilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de um botão. Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos.

1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.


3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.


4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.


5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.

6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.

8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3x4? Eis a resposta.


9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.


10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.

Os 10 maiores picos do Brasil.


Foto: Tim Muller
Pico das Agulhas Negras com uma bela luz de final de tarde
Foto: Marcio Isensee

1. Pico da Neblina

A maior montanha do Brasil é o Pico da Neblina. Com 2.993,78 metros, a montanha dá nome ao Parque Nacional do Pico da Neblina, onde está situado, na Serra do Imeri, no município de São Gabriel da Cachoeira (Amazonas), na fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela. Além de ser a maior montanha do país, é uma das mais difíceis também. Só para chegar até o Pico da Neblina é necessário viajar dias de carro, barco e caminhar muito. Para chegar até seu cume, é preciso realizar um trekking que pode levar até oito horas.
Mas todo o esforço é compensado. A visão do pico é fabulosa. A paisagem se destaca ao longe com um relevo ondulado cheio de depressões e cachoeiras e, é claro, muitas árvores. Na montanha é possível encontrar vegetação fechada de grande porte em sua base, onde o clima é mais úmido. Mas este cenário muda ao longo da subida.
A partir dos 1.000 metros as nuvens não conseguem atingir a altitude, então chove menos que nas áreas mais baixas, e a vegetação torna-se então de médio e pequeno porte. Essa variedade e a riqueza natural fabulosa faz do Pico da Neblina um dos lugares mais emocionantes para se conhecer no Brasil.

2. Pico 31 de Março

O Pico 31 de Março é a segunda maior montanha do Brasil e está localizada na mesma Serra que o Pico da Neblina: a Serra do Imeri, no Amazonas. Esta montanha é apenas 21 metros menor que o Pico da Neblina, possuindo 2.972,66 metros de altitude.
O pico foi descoberto em 1964, durante a primeira tentativa de se atingir o cume do Pico da Neblina por uma expedição militar brasileira. Mas o topo do Pico 31 de Março só foi alcançado no ano seguinte, por outra expedição militar que também tentava chegar ao ponto mais alto do Pico da Neblina.
Geralmente, os montanhistas usam o Pico 31 de Março para atingir o cume do Pico da Neblina. Mas o Pico 31 de Março possui sua própria beleza. Coberto por uma densa vegetação rasteira, possui um relevo menos acidentado que o Pico da Neblina e proporciona uma visão igualmente bela. A trilha até o cume também é longa e desgastante, entre bromélias e samambaias, mas também é emocionante.

3. Pico da Bandeira

Terceira maior montanha do Brasil, e a mais alta do Estado de Minas Gerais, o Pico da Bandeira é considerada a mais acessível montanha nacional. Com 2.891,98 metros, é possível atingir seu cume após algumas horas de trilha íngreme dentro do Parque Nacional do Caparaó, onde está situada na Serra do Caparaó.
O pico está localizado entre os municípios de Alto Caparaó e Ibitirama, na divisa dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O Pico da Bandeira possui esse nome pois, por volta de 1859, D. Pedro II determinou que fosse colocada uma bandeira do Império no que, na época, era considerado o ponto mais alto do país.
O pico é considerado um dos mais acessíveis do Brasil pois não é necessário o uso de corda ou quaisquer outros equipamento de escalada para realizar a subida – apenas uma longa e cansativa caminhada de 16 quilômetros e cerca de três horas. Possui uma rica vegetação de mata Atlântica, oferecendo um visual grandioso e muitos rios e cachoeiras para banho. A montanha é o ponto mais frio da região Sudeste, com temperaturas chegando a -10ºC no inverno e geadas constantes durante esta estação. A visão do cume é inesquecível.

4. Pico do Calçado

O Pico do Calçado (ou da Calçada) faz parte dos picos da Serra do Caparaó, localizado no Parque Nacional do Caparaó, na divisa dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. É o quarto maior pico desta serra, e também a quarta maior montanha brasileira, com 2.849 metros de altitude.
O pico assemelha-se em vegetação e paisagem ao Pico da Bandeira, permitindo também a vista da cadeia de montanhas e dos vales do entorno. Sua subida é relativamente fácil, com uma trilha bem demarcada e quase plana cruzando riachos e vegetação de médio e pequeno porte. É uma boa alternativa para quem está iniciando no montanhismo. Mas é preciso lembrar sempre que, mesmo sendo considerada fácil, qualquer escalada necessita de preparo físico, equipamentos adequados e de um guia que conheça bem a região para evitar acidentes. Preenchendo esses requisitos, a subida ao Pico do Calçado torna-se uma aventura deliciosa, proporcionando um contato íntimo com a natureza.

5. Pedra da Mina

Situada na Serra da Mantiqueira, a Pedra da Mina é o ponto mais alto do Estado de São Paulo, e o quinto maior do Brasil, com 2.798,39 metros de altitude. Seu cume define a divisa dos municípios de Queluz (São Paulo) e Passa Quatro (Minas Gerais), pertencendo a ambos os Estados, no trecho da Mantiqueira conhecido como "Serra Fina".
Para chegar ao cume da Pedra da Mina, é preciso enfrentar uma subida íngreme, altíssima, que torna a caminhada bem lenta. Seu relevo é ondulado, e algumas depressões são tão fundas que não permitem ver o pico da montanha. O caminho é de rica vegetação, e proporciona uma linda visão. Na Serra Fina nasce o Rio Claro, considerada a nascente mais alta do estado de São Paulo e do Brasil, que está localizada no município de Queluz, com 2.500 metros de altitude. Do topo, é possível ter uma belíssima visão em 360 graus, divisando outras montanhas, muitos vales e algumas quedas d’água.

6. Pico das Agulhas Negras

O ponto mais alto da serra da Mantiqueira e o sexto mais alto do Brasil é o Pico das Agulhas Negras, com 2.792,66 metros. A montanha está situada na parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, na divisa entre os Estados de Rio de Janeiro e Minas Gerais. Seu cume é atingido com cerca de cinco horas de caminhada em terreno rochoso através de bromélias, gravatás e plantas rasteiras, exigindo um bom preparo físico e algumas técnicas verticais em alguns trechos.
O nome da montanha é devido às várias ranhuras formadas no bloco de rocha do pico, cuja sombra fina e escura lembra o desenho de agulhas. O pico possui uma fauna e flora bastante diversificada devido à altitude e ao clima que variam (no cume, as temperaturas podem chegar a até -10°C no inverno). Assim, a região apresenta tanto plantas de florestas tropicais e temperadas como coníferas. Na montanha nasce o Rio Preto, que possui 200 quilômetros de extensão e faz a divisa natural dos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. De seu cume é possível ter uma ampla visão de toda a região ao redor, como a Represa do Funil, a Serra Fina, a região de Visconde de Mauá e a vasta região do Vale do Paraíba.

7. Pico do Cristal

O Pico do Cristal é a sétima maior montanha nacional, e o terceiro maior pico da Serra do Caparaó. Possui 2.769,76 metros de altitude e está localizado no Parque Nacional do Caparaó (divisa de Minas Gerais e Espírito Santo), na mesma região do Pico da Bandeira e do Pico do Calçado.
O Pico do Cristal possui esse nome devido às suas formações rochosas de quartzo, sendo considerada uma das mais belas montanhas da Serra do Caparaó. De seu cume é possível avistar o imponente Pico da Bandeira, com seu característico abismo do lado dianteiro e do lado traseiro a suave parte da escalada. Sua trilha é relativamente fácil e bem demarcada, coberta com vegetação de médio e pequeno porte.

8. Monte Roraima

O Monte Roraima é um dos mais exóticos picos brasileiros. A montanha faz parte de um grupo conhecido como “tepuis”, que são montanhas de desenhos raros e que começaram a ser formadas há cerca de dois bilhões de anos, todas na América do Sul. O vento e a chuva esculpiram os montes da região, e as rochas podem lembrar, muitas vezes, formas de bichos e objetos. Com 2.734,06 metros, apenas 10% do pico fica em território brasileiro, localizado na Serra de Pacaraima, em Roraima, no extremo Norte do Brasil.
O Monte Roraima destaca-se por possuir características únicas. Uma de suas características mais marcantes é o fato de seu topo ser plano, possuindo cerca de 90 quilômetrosde extensão. Além disso, do monte escorrem inúmeras cachoeiras (por isso na Venezuela os índios chamam a montanha de "mãe das águas"), e possui uma fauna e flora muito rica.
Seu cume pode ser alcançado por expedições a pé, e pode levar até dois dias somente para alcançar o cume. Normalmente, as expedições se iniciam n a aldeia indígena de Parai Tepuy, no município venezuelano Santa Helena de Uairén. De lá até o topo são aproximadamente 22 quilômetros de caminhada. Toda a expedição, com visitação a vários pontos do cume, geralmente leva sete dias, incluindo a subida e descida.

9. Morro do Couto

O Morro do Couto é a nona maior elevação rochosa brasileira, com 2.680 metros de altitude. Fica no Parque Nacional Itatiaia, no Estado do Rio de Janeiro, na mesma região que o Pico das Agulhas Negras. Locaizado logo na entrada do parque e de acesso mais fácil, o Morro do Couto muitas vezes é usado como prévia para se escalar o Pico das Agulhas Negras.
A montanha é de fácil acesso, possuindo trilhas bem conservadas e demarcadas - As únicas dificuldades são algumas pedras no caminho. Suas paredes são equipadas com boas proteções. A vista de seu topo é muito bonita, permitindo visão de 360 graus de todo o Itatia, com toda sua vegetação exuberante, muitos vales, grutas e quedas d’água.

10. Pedra do Sino

Com 2.670 metros, a Pedra do Sino é o ponto culminante do Parque Nacional da Serra dos Órgãos e da cidade de Teresópolis. Seus vales e penhascos imensos são impressionantes, possuindo também muitas cachoeiras e grutas. A montanha é muito procurada por praticantes dos esportes de aventura, e oferece alguns trechos para a prática de rapel e escaladas.
Para se atingir o topo da Pedra do Sino é preciso enfrentar uma trilha longa e demorada, de aproximadamente 11 quilômetros. Uma vantagem é que, apesar de longa, a trilha não é muito íngrime, não exigindo, assim, muita técnica. Mas o caminho é muito bonito, repleto de pássaros, orquídeas, bromélias e raras flores alpinas. Uma das atrações da montanha é a cachoeira Véu da Noiva, em épocas cheias (verão, por exemplo), possui uma queda d'água alta, com mais de 10 metros.
Ao longo do caminho é possível parar em uma das muitas plataformas de observação, que oferecem uma visão panorâmica de toda região. A visão de seu topo é incrível, permitindo avistar a Baía de Guanabara, a cidade de Rio de Janeiro Niterói, Teresópolis, Friburgo, Parque dos Três Picos e boa parte do Parque Nacional da Serra dos Órgãos.

AS 14 MONTANHAS ACIMA DOS 8MIL-


AS 14 MONTANHAS ACIMA DOS 8MIL
PICO ALTITUDE LOCALIZAÇÃO
1 -Monte Everest -8.848 m- China/ Nepal
2-K2-8.611 m-China/ Paquistão
3-Kanchenjunga-8.586 m-Índia/ Nepal
4-Lhotse-8.516 m-China/ Nepal
5-Makalu-8.463 m-China/ Nepal
6-Cho Oyu-8.201 m-China/ Nepal
7-Dhaulagiri-8.167 m-Nepal
8-Manaslu-8.163 mNepal
9-Nanga Parbat-8.126 m-Paquistão
10-Annapurna-8.091 m-Nepal
11-Gasherbrum I-8.068 m-China/ Paquistão
12-Broad Peak-8.047 m-China/ Paquistão
13-Gasherbrum II-8.035 m-China/ Paquistão
14-Shishapangma-8.013 m-China
Os Telhado do Mundo

Montanhas

Uma viagem pelo topo das mais belas montanhas.

Ciclista é atropelado por antílope na África do Sul-

O vídeo mostra um ciclista sendo atropelado por um antílope durante uma competição de cross country na reserva de Albert Falls, na África do Sul. O ciclista Evan van der Spuy pedalava por uma trilha quando foi atingido em cheio pelo animal. O ciclista Travis Walke que vinha atrás e tinha uma câmera acoplada no guidão de sua bike flagrou a cena impressionante, segundo reportagem da emissora de TV "NBC".

Documentários.

Rio Amazonas - completo
Videos obtidos através do Youtube
Click e assista!
_____________________________________
Outros:
- Atacama - Deserto Vivo - Globo Reporter
- Amazonia por Jacques Cousteau
- Aconcágua Sin Mulas - Junior"uma aventura no Aconcagua"
- Mar sem Fim - Amyr Klink.