Pedra do Macaco - Marica

 Pedra do Macaco: em São José do Imbassaí, 09 km do Centro.Trilha famosa pelas duas pedras equilibradas no topo do morro.Acesso: Km 21 da RJ 106 (à esquerda).
Características: Trilha leve, com visão circundante das Lagoas de Maricá, e da Pedra de Inoã ao lado. Sua altitude é de aproximadamente de 300 m.
Dados Complementares: A pedra tem esse nome devido nome a sua semelhança com um macaco sentado.
NÍVEL: Moderado - Obstáculos Naturais
 Chegamos em São José do Imbassai por volta das 14:00hs, eu(Geraldo), minha esposa(Monica), filho (Rafael) e o amigo Dinho.Depois de deixarmos a Mônica na casa de um parentes seguimos em direção ao inicio da trilha. Depois de uma caminhada de 30mn chegamos ao inicio da trilha, que fica no fim da rua do Campo de futebol de grama sintética. O grau de dificuldade da trilha é leve, mas.....com muitos obstaculos naturais e bem ingreme em sua pequena extensão.ô
 Nosso objetivo inicial era de pernoitar no cume da pedra, mas, não encontramos lugar adeguado e espaço suficiente para montar a barraca, por isso , retornamos 6 mn da trilha e montamos a barraca na propria trilha, em um terreno  ingrime. Ficou um pouco desconfortavel...rsrsrs, mas, a vista compensou qualquer sacrificio e dificuldade.
Comtemplamos um maravilhoso por do sol e uma noite estrelada, a visão da lagoa de marica e ao fundo a praia foi deslumbrante. Por volta das 05:30 depois de uma noite de sono(meio torto na barraca), subimos para assistirmos o amanhecer....tremendo.....maravihoso......
Bem, o video em breve estara disponivel. Mais fotos estarei colocando em nosso perfil do Orkut durante a semana, Acesse caminhanatrilha@hotmail.com

10 desculpas esfarrapadas para não se aventurar

Quantas vezes você, ilustre leitor e aventureiro, não ouviu todo tipo de desculpa quando convidou alguém para pedalar, correr, remar, escalar ou ver o pôr-do-sol do alto de uma montanha? Ou pior, quantas vezes você – você aí, não se faça de desentendido! - não usou uma dessas desculpas meia-bomba para evitar suar a camisa? Será que você - você aí, meu chapa, sentado na frente do computador, latinha de coca-cola na mão, pacote de bolachas aberto! - não está usando exatamente uma dessas desculpas para continuar chocando? Pois vejamos
Colecionei, ao longo dos anos, uma lista com as dez ladainhas mais populares, aquelas que parecem absolutamente indestrutíveis a olho nu - as chamadas "desculpas perfeitas"! - para não levantar da poltrona.
Sinto informar, ilustre Dr. Pijama e Pantufa, que elas são todas esfarrapadas.
Então, se você se identificar com esse texto, ou se conhecer alguém que se enquadre, mantenha-o à vista, pregue-o na geladeira, envie via e-mail ou carta-registrada e engaje-se nesta minha campanha pessoal: "Aventureiros, aventurai-vos, tirem a bunda do sofá e comecem a suar!"

1. Eu não tenho tempo! Ninguém tem tempo. O tempo não pertence a ninguém. Tempo a gente faz ou desfaz dentro das nossas cabeças. Se você é daqueles que passa horas por dia na frente do computador (gastando sua vista com joguinhos, visitando site de mulher pelada - ou homem pelado, porque ninguém tem nada a ver com isso - batendo papo com amigos que você nunca viu), assiste telenovela, fala horas ao telefone, faz nove refeições por dia... Se liga! Basta trocar esse tempo perdido por aventura. No final, você não vai se arrepender. Então, não me venha com ESSA desculpa!
2. Eu não tenho companhia! "Meus amigos não curtem aventura!" – essa é uma desculpa que ouço direto! Fácil de resolver – troque de amigos! Não é piada. Se você começar uma atividade de aventura (pedalar, escalar, caminhar, remar, por exemplo), vai conhecer gente diferente e acabar fazendo novos amigos. Quem sabe seus velhos companheiros de Internet, suas amigas de cerveja e pizza, não se animam e vão contigo descer um rio em um bote de rafting? Se as amigas insistirem, elas podem até levar a revista Caras dentro do bote.
3. Estou sem grana! Você já viu pedágio na curva de uma trilha? Já viu roleta flutuando num rio? E cobrador amarrado numa rocha? Eu ainda não. Aventura é uma das atividades mais baratas que existe, e quem disser o contrario merece dez chibatadas! Tem gente por aí que pensa que aventura é sinônimo de equipamento e para caminhar em volta de uma árvore o cara compra um GPS! Fique esperto! Com um tênis velho e uma mochila remendada você já pode virar o rei do trekking! Eu já vi gente correndo provas de aventura de tênis Bamba, já vi escalador fera de Ki-chute e já perdi muita corrida de MTB para ciclista com bike de supermercado!
4. Não sei por onde começar! Pelo começo, óbvio. Que tal começar perguntando a alguém do ramo? Que tal perguntar para mim? Ó eu aqui! Hoje em dia, com a Internet, ninguém tem o direito de dizer "eu não sabia!" – não sabia porque não quis saber! Nenhuma atividade básica de aventura exige diploma, babá, guarda-costas ou sei lá o que. Quem quiser estudar, ler profundamente a respeito, ótimo, aproveite a oportunidade, eu conheço uns livrinhos bem bacanas inclusive... Quem não puder ou não quiser, comece seguindo quem sabe. A maioria das trilhas, rochas, rios e matas pertencem a todos nós, são propriedade pública. E o que é propriedade particular normalmente está aberto a todos, com ou sem taxa de uso, é só pedir licença, abrir a porteira e entrar. Só não se esqueça de fechar a porteira depois, se não as vacas fogem...
5. Eu não tenho carro! Bom, se você quer fazer o Rally dos Sertões, então isso é um problema! Mas se você diz que não tem carro e, por isso, não faz trekking, não anda de bike ou não escala, então você nunca conheceu meu amigo Bill. O Bill é mountain biker das antigas, cinquentão, que nunca teve um carro na vida! Na verdade ele nunca comprou uma bicicleta! Ele sempre usou aquilo que os amigos emprestavam, ou cansavam de emprestar a acabavam dando de presente para ele. O cara tem um currículo com centenas de corridas de bike em todo lugar do mundo, sempre viajando de carona. Então, faça como meu amigo Bill, e se vire!
6. Minha namorada (ou namorado) não deixa! Já pensou em trocar de namorada ou namorado? Ou, menos radical, que tal encontrar soluções amigáveis e flexíveis? Minha mulher não pedala, por exemplo, enquanto eu pedalo até nos meus sonhos. Quando nós viajamos eu acordo bem cedo para pedalar, enquanto ela faz as coisas dela, pratica yoga, caminha, etc., eu volto antes do almoço e a gente passa o resto do dia juntos. Sem estresse. Se vamos a uma pousada, escolhemos sempre um lugar que agrade a ambos e mantemos o acordo inicial – as manhãs pertencem à bicicleta, as tardes e as noites ao casamento. O ideal é tentar incentivar o cônjuge a fazer aventura também, mas se não funcionar, basta os dois serem um pouco flexíveis para a aventura virar parte integrante do relacionamento. Ou isso ou entre num acordo: você entra com a botina nova e ele, ou ela, entra com a bunda velha!
7. Estou muito fora de forma! Em geral essa desculpa vem acompanhada de "eu não tenho tempo de treinar" ou "eu não tenho lugar para treinar perto da minha casa". Então, para completar, a pessoa liga a TV e faz mais um sanduíche de atum com geléia de morango. Em primeiro lugar, estar em forma não significa ter o corpo do Arnold Schwartznegger, nem correr uma maratona por semana. Caminhar ao ar-livre é um esporte de aventura que requer pouco preparo físico e qualquer um pode treinar andando pela cidade. Ah, vai dizer que você nunca pensou nisso? O Julio Fiadi, primeiro brasileiro a chegar caminhando o último grau de latitude nos dois pólos da Terra, treinava caminhando pelos bairros do Pacaembú, Perdizes e Sumaré, em São Paulo. E ele ainda arrastava dois pneus de carro amarrados à cintura, para simular o trenó que ele puxaria nos Pólo Norte e Sul! Você não acredita? Pergunte a qualquer cachorro de rua da Zona Oeste...
8. Preciso do equipamento ideal! O que você chama de "equipamento ideal"? Um veículo 4x4 Hummer? Um capacete espacial com visão noturna infravermelha, GPS, bússola digital e telefone via satélite acoplados? O teletransporter da Jornada nas Estrelas ? Bom, eu também quero tudo isso, mas, sinceramente, não preciso de nada disso! Pense nos escoteiros, que há décadas fazem todo tipo de aventura usando o equipamento mais básico que existe. No mundo inteiro escotismo é sinônimo de escola de aventura e o material que eles mais usam ainda é a lona! Nada de Gore-tex, Cordura-plus, fibra de carbono e sei lá mais o que! Quem pode ter o melhor, que tenha; quem não pode, vai fazer aventura do mesmo jeito... Só não vai sair tão bonito na foto.
9. Acho tudo muito perigoso! Se você mora na Suíça, em frente do lago de Genebra, então tudo é realmente muito perigoso fora do seu bairro. Mas se você vive no Brasil, então repense essa desculpa. Tem gente pegando dengue em Copacabana, sendo seqüestrado na Avenida Paulista, pisando em cocô de rato no Savassi, em Belo Horizonte! Então onde está o perigo? Eu acho mais perigoso atravessar uma rua sem semáforo do que escalar a Pedra do Baú; acho mais perigoso ficar preso dentro de um carro num engarrafamento do que dormir no mato; acho mais perigoso tomar chuva na cidade grande (que é ácida e tóxica) do que me jogar numa cachoeira. O perigo está em todo o lugar, mas o maior perigo é ficar trancado dentro de casa com medo.
10. Tenho preguiça! Ah, eu também! Todo mundo tem preguiça! Uns mais, outros demais! Mas sempre que percebo que a preguiça está ganhando o jogo, lembro do prazer que é subir uma montanha com a força das minhas pernas, chegar lá em cima e respirar o ar fresco e frio, olhar em torno e ver o mundo, sentir o cansaço dando espaço à satisfação, sentir orgulho por estar lá em cima e fazer parte de toda aquela grandeza. Depois eu sempre penso no que eu estaria fazendo se tivesse deixado a preguiça dar a palavra final... Dá vontade de rir!
Abraços,
Guilherme Cavallari

Radar no Sumaré vai prevenir temporais no Rio

Radar no Sumaré vai prevenir temporais no Rio
A Fundação Geo-Rio já começou a implantar o novo radar meteorológico no Sumaré, que deve entrar em operação até o dia 20. Avaliado em cerca de R$ 2,5 milhões (valor que inclui a aquisição e instalação), o equipamento vai captar mais rapidamente a chegada de temporais, otimizando a operação do Alerta Rio. O alcance operacional (raio em torno do equipamento em que as informações são de alta confiabilidade) será de 250 km, ultrapassando os limites do Município do Rio de Janeiro. Além disso, o novo radar será integralmente operado pela Prefeitura e vai cobrir toda a cidade, o que possibilitará a realização de estudos específicos durante a ocorrência de eventos pluviométricos que podem atingir o Rio de Janeiro. O equipamento terá tecnologia Doppler, capaz de atravessar as nuvens, medindo sua velocidade e direção. Com isso, será possível ter acesso a informações sobre precipitações que se originam entre as altitudes de 700 m e 1.800 m, altitude que o radar do Pico do Couto, da Aeronáutica, não consegue captar, uma vez que sua principal função é contribuir para proteção e segurança ao vôo.
(Agência Rio de Notícias/Redação)

Expedição irá percorrer quase 800 mil Km pouco explorados no Brasil


Expedição irá percorrer quase 800 mil Km pouco explorados no Brasil
Começou  dia 10 de novembro, no Rio de Janeiro, uma
viagem de aventura que vai percorrer quase 800 mil quilômetros por lugares
pouco explorados no Brasil e perfeitos para prática de esportes radicais.
O projeto conta com uma estrutura operacional com médicos, chefes de cozinha, músicos,
antropólogos e esportistas profissionais como o pentacampeão de escalada de
dificuldade, Cesar Grosso (o Cesinha).
Nos bastidores da Expedição, Cesinha vai abrir a aventura, e inspirar os expedicionários – que
estão sendo selecionados pela Internet para participar da aventura – com a
tentativa de uma escalada grau de dificuldade 10 B, na Floresta da Tijuca.
O desafio,chamado de escalada à vista, prevê concluir na primeira tentativa o trajeto
completo. É pioneira a tentativa de um escalador profissional vencer este
desafio na região sulamericana. Serra do Roncador, Pantanal, Juréia, Mambai,
Serra do Cipó, entre outros patrimônios da diversidade brasileira, integram o
roteiro da Expedição. Contudo, a Tijuca foi escolhida por Grosso por ser um dos
maiores centros de escalada urbana do mundo.
A Expedição Aircross tem como proposta fazer um verdadeiro inventário antropológico e
cultural do Brasil e, de quebra, aproveitar os melhores pontos do país para
escalada, rapel, montanhismo, ciclismo, trekking, parapente, entre outros
esportes radicais.
Os expedicionários vão contar com os mais modernos recursos de tecnologia digital e estarão conectados com todas as redes sociais, com links de satélite em tempo
real para transmitir as impressões e descobertas da viagem no Twitter, Facebook
etc.
A Expedição remonta as viagens de André Citröen, fundador da companhia, feitas entre as
duas grandes guerras mundiais. A primeira delas, ao deserto do Saara, aconteceu
entre os anos de 1922 e 1923; a segunda, uma travessia pela África, de 1924 a
1925; e a última, pela Ásia Central, de 1931 a 1932. Além de testar (e mostrar)
a robustez de seus carros, em cada uma das viagens André Citröen levava consigo
uma equipe para registrar os traços culturais das regiões pelas quais passava.
Fonte:360 GRAUS MULTIMÍDIA

Documentários.

Rio Amazonas - completo
Videos obtidos através do Youtube
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Outros:
- Atacama - Deserto Vivo - Globo Reporter
- Amazonia por Jacques Cousteau
- Aconcágua Sin Mulas - Junior"uma aventura no Aconcagua"
- Mar sem Fim - Amyr Klink.