Trilha da Cachoeira do Chuveiro
Sabado de Carnaval dia 13/02/2010 saimos em direção ao PNT por volta da 08:00hs, fizemos uma parada na monumental Vista Chinesa,. Sem sombra de duvida a Vista Chinesa ns proporciona uma das melhores vista da cidade do Rio de Janeiro. Cristo, Pão de Açucar, Lagoa, Praias ,morro Dois Irmãos e uma monumental cadeia de montanhas ao fundo...uh!!! Show !. A caminhaa para a cachoeira do Chuveiro e leve, salvo alguns trechos que temos que subir com o auxilio das correntes cravadas nas pedras e uma boa subida vertical pelas raizes de uma arvore. levamos uns 20mn. Depois seguimos em direção a Pedra Bonita para subirmos a Pedra da Agulhinha.
Monte Guararapes - (Horebe Mesquita)
Retornei ao Monte Guararapes(Horebe Mesquita) para pernoitar. Meu desejo era poder contemplar o nascer o sol. Tive total sucesso, fui contemplado com um amanhecer maravilhoso, a vista de dentro de muinha barraca era exuberante. O Monte Guararapes ficou conhecido como Monte Horebe depois que se tornou ponto de culto e adoração utilizado por várias denominações religiosas. Esse pedacinho do céu no coração de Mesquita abriga aproximadamente 3 mil pessoas, nos finais de semana, a grande maioria vinda de outros municípios. Localizado dentro da Área de Proteção Ambiental - APA de Mesquita, um dos acessos ao monte é feito pela rua Guaratá, no bairro Santa Terezinha. Quem sobe ao Monte Guararapes (Horebe), em Mesquita, acredita estar mais pertinho de Deus. " A Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria de Urbanismo, traçou planos para proteger o lugar. O projeto inclui a construção de guaritas com vigilância nos dois acessos ao local (pelas ruas Alba, na Chatuba e Guaratá, em Santa Terezinha). Além disso, uma comissão de religiosos foi criada, e com a construção das guaritas, haverá no local fixadores de educação ambiental para conscientização permanente da população. A subida leva em média de 30 a 40mn e é de nivel leve.
Passa Tres-Pirai-RJ
caminhanatrilha@hotmail.com
Sertão do Taquari - Paraty - RJ
Corredor verde protegerá espécies no Rio de Janeiro
Corredor verde protegerá espécies no Rio de Janeiro
16 de novembro de 2009
16 de novembro de 2009
Os fragmentos cada vez mais esparsos de Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro - cerca 20% da vegetação original do território - vão finalmente se encontrar, num enorme corredor verde. Pequenas ampliações de três unidades de conservação e a criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), anunciadas pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Secretaria Estadual do Ambiente, vão possibilitar a integração, numa faixa contínua, de mais de dez unidades de conservação entre as serras da Bocaina, no sul do estado, e a dos Órgãos, na Região Serrana. É o chamado corredor verde, que formará uma área protegida de quase quatro mil quilômetros quadrados - equivalente a mais de três vezes o município do Rio de Janeiro.
A criação do corredor verde traz diversos benefícios ao Estado. O fortalecimento da vegetação protege nascentes e, por sua vez, o abastecimento de água da população e evita deslizamentos de solo diante das tempestades e outros eventos extremos previstos devido à iminência do aquecimento global. Ele favorece ainda espécies de mamíferos de médio e grande portes, como a onça-parda, que sobrevive apenas em grandes áreas de vegetação contínua.
Para o diretor de Biodiversidade de Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), André Ilha, duas pequenas ampliações de unidades de conservação, por decreto, serão fundamentais na criação do novo corredor verde: “Vamos fazer uma pequena ampliação na Reserva Biológica (Rebio) de Araras até a margem da Estrada do Rocio. A Rebio do Tinguá, do governo federal, será ampliada até a outra margem da via. A medida liga definitivamente as serras dos Órgãos e do Tinguá”.
A conexão do Tinguá com o Sul Fluminense se dá por intervenção do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. O corredor verde seguirá pela APA Guandu, mas depende de duas outras ações, de acordo com o ministro. Minc admite que, depois de realizadas todas as ampliações e os ajustes legais para o corredor verde, Estado e União terão que se esforçar para revitalizar vários trechos degradados das unidades.
Os primeiros sinais de recuperação começam a aparecer na floresta. Este ano, o Inea implantou uma armadilha fotográfica no Parque Estadual dos Três Picos, que faz parte do corredor verde, para tentar flagrar espécies não avistadas normalmente. O equipamento - que dispara a foto quando um sensor acusa a presença de algum animal - registrou a imagem de uma onça-parda.
Imagem: Divulgação / O Globo
De acordo com um estudo A coordenadora de Áreas Protegidas da ONG The Nature Conservancy (TNC), Analuce Freitas, apresentou um estudo da Universidade Gama Filho que identifica, numa das regiões protegidas do corredor verde, 22 espécies de répteis e anfíbios, 131 de aves e 46 de mamíferos. Entre elas, uma ave - a saudade-de-asa-cinza, restrita a regiões entre 1.800 e 2.000 metros de altitude do Estado - e cinco mamíferos (sagui-da-serra-escuro, sauá, gato-maracajá, jaguatirica e gato-do-mato), que estão no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente, publicado em 2008.
Fonte: O Globo
A criação do corredor verde traz diversos benefícios ao Estado. O fortalecimento da vegetação protege nascentes e, por sua vez, o abastecimento de água da população e evita deslizamentos de solo diante das tempestades e outros eventos extremos previstos devido à iminência do aquecimento global. Ele favorece ainda espécies de mamíferos de médio e grande portes, como a onça-parda, que sobrevive apenas em grandes áreas de vegetação contínua.
Para o diretor de Biodiversidade de Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), André Ilha, duas pequenas ampliações de unidades de conservação, por decreto, serão fundamentais na criação do novo corredor verde: “Vamos fazer uma pequena ampliação na Reserva Biológica (Rebio) de Araras até a margem da Estrada do Rocio. A Rebio do Tinguá, do governo federal, será ampliada até a outra margem da via. A medida liga definitivamente as serras dos Órgãos e do Tinguá”.
A conexão do Tinguá com o Sul Fluminense se dá por intervenção do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. O corredor verde seguirá pela APA Guandu, mas depende de duas outras ações, de acordo com o ministro. Minc admite que, depois de realizadas todas as ampliações e os ajustes legais para o corredor verde, Estado e União terão que se esforçar para revitalizar vários trechos degradados das unidades.
Os primeiros sinais de recuperação começam a aparecer na floresta. Este ano, o Inea implantou uma armadilha fotográfica no Parque Estadual dos Três Picos, que faz parte do corredor verde, para tentar flagrar espécies não avistadas normalmente. O equipamento - que dispara a foto quando um sensor acusa a presença de algum animal - registrou a imagem de uma onça-parda.
Imagem: Divulgação / O Globo
De acordo com um estudo A coordenadora de Áreas Protegidas da ONG The Nature Conservancy (TNC), Analuce Freitas, apresentou um estudo da Universidade Gama Filho que identifica, numa das regiões protegidas do corredor verde, 22 espécies de répteis e anfíbios, 131 de aves e 46 de mamíferos. Entre elas, uma ave - a saudade-de-asa-cinza, restrita a regiões entre 1.800 e 2.000 metros de altitude do Estado - e cinco mamíferos (sagui-da-serra-escuro, sauá, gato-maracajá, jaguatirica e gato-do-mato), que estão no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, do Ministério do Meio Ambiente, publicado em 2008.
Fonte: O Globo
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